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Núbia Óliiver ressalta que vício em sexo não é perversão, mas sim doença

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Núbia Óliiver no Morning Show - 17/03/2017

Núbia Ólliver:

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Núbia Ólliver: "vício em sexo não é perversão, mas sim doença"

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

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Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

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Núbia Ólliver: "vício em sexo não é perversão, mas sim doença"

A modelo Núbia Óliiver revelou recentemente que foi viciada em sexo quando tinha 18 anos de idade e que esse transtorno a fazia muito mal. Em entrevista ao Morning Show desta sexta-feira (17), a atriz de 43 anos lamentou o fato de muitas pessoas tratarem esse vício como perversão, não enxergando que na verdade, é uma doença mental.

“Muita gente acha que isso é pervertido, mas é realmente uma doença. Eu tinha 17 para 18 anos e já gostava de sexo, mas ficou algo desenfreado. No dia que tive quatro parceiros num dia só, isso me assustou. Procurei um especialista e fiquei normal. Depois que me expus, muitas pessoas me procuram falando que passam pelo mesmo problema”, contou.

A consultora de sexo da Jovem Pan, Paula Napolitano, também deu detalhes sobre os casos de vício em sexo que atende em seu consultório. A sexóloga alerta que há um grande sofrimento por parte dessas pessoas, que nunca se sentem satisfeitas, mesmo que não haja prazer no ato.

“Essa compulsão traz muito sofrimento. Tenho pacientes que se masturbam dirigindo no carro, que saem do trabalho para se masturbar. Tem casos de pessoas que tem vício em sexo que transam com moradores de rua, maridos de amigas. Outras pessoas que se masturbam compulsivamente e chegam a até machucar o órgão genital”, revelou.

Óliiver diz que mesmo sendo uma pessoa “normal” após a realização do tratamento ainda no início da vida adulta, ela precisa se controlar dia após dia, pelo resto de sua vida. A empresária aponta a importância de aliviar a tensão e ansiedade com atividades para ocupar a mente.

“É um tratamento eterno. Conversei muito naquela época com a minha terapeuta. Apesar da minha vida ser uma ansiedade em 24 horas, tem que procurar coisas para aliviar essa tensão. Vai para a academia, faz uma ginástica, natação. Eu não me vejo nessa situação de novo. Gosto de sexo, mas não desenfreadamente como era”, completou.

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